segunda-feira, 28 de maio de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Transformai
Estou com muita dúvida em relação a esse texto. Tenho receio de parecer pessimista ou mesmo do texto ter um tom derrotista. De qualquer forma tive indícios o dia todo que deveria escrevê-lo. Pois bem, cá estou ... Sem certeza de nada, mas sabendo que vou seguir em frente. Não sou propriamente a pessoa mais indicada para falar sobre relacionamentos, já que não me permiti viver muitos ... Sempre fui "nuvem passageira, que com o vento se vai" ... Até que me casei e, por isso, me sinto no direito de discorrer um pouco sobre esse terreno arenoso e até de parecer piegas. Sinto muito se for mais do mesmo, mas devo colocar para fora o que tanto me incomoda. Estou realmente chocada com o quanto é depositado no outro a razão de sua felicidade. Eie! Assim não irá encontrar nunca essa tal felicidade. Cara. Ela está em ti. Claro, não é? Porra nenhuma. Lançamos mão de artifícios para conviver com aqueles que acreditamos ser essenciais em nossas vidas e assim mantê-los. Essencial somos nós. A pessoa com quem nos relacionamos, convivemos, namoramos, casamos ou qualquer outra denominação mais apropriada, deve ser extensão da nossa felicidade e não ela própria. Estou pasma com o que tenho visto e provavelmente é algo que eu tenha vivido. Por que são necessários meandros para que o relacionamento seja mantido? Por que as artimanhas estão presentes o tempo todo? Por que não ser apenas honesto? Não vou falar o que penso para não criar um clima desagradável. Não vou expressar o que sinto para não parecer tola. Não vou colocar o pau na mesa para não criar confusão. Vou omitir essa informação para não chatear. Opa! Cadê a transparência necessária? E o quanto um dos elementos se sobrepõe ao outro? ... Que tal caminhar no mesmo ritmo??? Que tal buscar sintonia??? Que tal se dedicar e se colocar no lugar do outro? Que tal viver um caminho livre de angústias e anseios???? Sei que há muitos questionamentos nesse texto ... Mas é por ter me questionado muito ... E foda, as respostas não chegam ... Ontem ficou claríssimo para mim, ao conversar com uma amiga sobre os relacionamentos em geral, que se eu tivesse tido outras atitudes em meu casamento não teria saído tão detonada dele. Eu não teria me machucado tanto. Não acho que teria durado mais, mas sem dúvida teria me conservado mais. Ele tinha um prazo de validade, assim como acredito que todos tenham. Opção de cada um continuar com o produto vencido ... Aiiiiii! Que horror ... peguei pesadíssimo ... Estou amarga... rs ... Não estou não. Um momento da minha racionalidade irrecuperável ditando minhas palavras. Eiiie! Não sou idiota. Não falo em utopia. Falo apenas de uma busca íntegra, de uma vida digna de se viver. Sem receios!!!! É possível, muito possível ... "Transformai as velhas formas do viver"... Ah! E se não for possível ... Muda o disco, vira a página, tira a pedra do caminho ... Se mexe, mas vai ser feliz!!!! E Eu de Novo defendendo a possibilidade da busca da Felicidade ... Piegas ou não, é o que eu acredito ...
domingo, 6 de maio de 2012
QUERO por Elis Regina (O compositor é Thomas Roth - Pasmem!!!!)
"Quero ver o sol atrás do muro
Quero um refúgio que seja seguro
Uma nuvem branca sem pó, nem fumaça
Quero um mundo feito sem porta ou vidraça
Quero uma estrada que leve à verdade
Quero a floresta em lugar da cidade
Uma estrela pura de ar respirável
Quero um lago limpo de água potável
Uma nuvem branca sem pó, nem fumaça
Quero um mundo feito sem porta ou vidraça
Quero uma estrada que leve à verdade
Quero a floresta em lugar da cidade
Uma estrela pura de ar respirável
Quero um lago limpo de água potável
Quero voar de mãos dadas com você
Ganhar o espaço em bolhas de sabão
Escorregar pelas cachoeiras
Pintar o mundo de arco-íris
Ganhar o espaço em bolhas de sabão
Escorregar pelas cachoeiras
Pintar o mundo de arco-íris
Quero rodar nas asas do girassol
Fazer cristais com gotas de orvalho
Cobrir de flores campos de aço
Beijar de leve a face da lua"
Fazer cristais com gotas de orvalho
Cobrir de flores campos de aço
Beijar de leve a face da lua"
terça-feira, 24 de abril de 2012
Boca Suja
Devo ter sido pouco repreendida na vida, pois desde que eu me lembro por gente, praticamente desde sempre, falo palavrão, daqueles ditos cabeludos, para enunciar uma frase, dar pausa numa fala ou finalizar um pensamento. Para manifestar indignação, demonstrar alegria ou expor alguma tensão. Enfim, falo e nem percebo. Em várias situações. Óbvio que em determinados momentos me policio, mas confesso que sinto uma falta danada e acho sempre que pode elucidar ou concluir um pensamento, que acabo guardando para mim. As vezes ele me escapa! Eba! Uma amiga uma vez me disse, quando morava fora já fazia um tempo, que sentia falta de falar palavrão em português e mais ainda de que o entendessem. Sim, ele expressa sentimentos e um único palavrão pode significar várias coisas em várias situações. Uma palavreado bastante rico. Pois bem, pagaria o preço em ser tão desbocada em algum momento. O momento chegou e eu me coloquei a pensar. Me coloco de castigo constantemente. Tenho que ficar 2 minutos sentada no sofá e quietinha. Hoje convive comigo uma esponjinha que repete sempre o que digo e, o mais incrível, com a mesma entonação. Fui a primeira reunião escolar e em um determinado momento a orientadora estava explicando sobre as aulas de teatro e como as crianças aproveitam esse momento para expressar o que sentem, imitam os atos dos pais, como ir ao supermercado, ao posto (sim, vida sem graça, mas eram palavras da professora) e também é quando repetem o que os pais falam, principalmente os palavrões ... Ai! Caiu a ficha e devo ter corado ... Bom, pelo menos internamente era como eu me sentia ... Terminada a reunião, fui conversar com a professora pois se minha filha repetisse minhas palavras queria que todos soubessem da onde vinha. Se há algum constrangimento nisso, que seja meu ... Ufa! Ela me contou que nunca ouviu nada da minha pequena. Ah! Menos mal então. Vai ver que não presta tanta atenção no que eu digo ... Eis que um dia ela me fala "a nona é foda". Caraca, eu tinha conversado nesse dia com a minha mãe e por admirar a força de viver da minha avó disse: "a vovó é foda". Reflexão e o que fazer. Conversamos que algumas palavras não são bacanas de falar, que não há necessidade e como eu tinha dito isso, estava de castigo por 2 longos minutos. Como o tempo não passa quando estamos de castigo! É uma droga! Dá para imaginar a quantidade de palavrões que passaram pela minha cabeça? De fato, comecei a prestar mais atenção perto dela e deu resultado durante um tempo. Hoje pela manhã, conversava em seu celular de plástico rosa, quando deu uma pausa, arregalou os olhos, suspirou e disse: "puuuuta". Olha eu de novo lá e de castigo ...
segunda-feira, 23 de abril de 2012
A partir de Evelyn Cristina
Copiei porque pareceu para mim ... Eu só quero o bem!
Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Tô feliz, tô despreocupado, com a vida eu tô de bem.
Caio Fernando de Abreu
Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Tô feliz, tô despreocupado, com a vida eu tô de bem.
Caio Fernando de Abreu
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Era uma vez uma Mãe que queria saber contar Histórias...
Era uma vez uma mãe que queria saber
contar histórias. Ela não sabia como fazer e nem sabia por onde começar. Um
dia, uma contadora de histórias mostrou para ela onde se encontrava o ponto de
partida dessa vontade. Ela entendeu. Era só começar. Pegou papel, caneta e pôs-se a escrever. Iniciou-se uma linda
viagem da qual não irá retornar mais.
O ano de 1973 recebeu uma criaturinha, que ninguém sabia a que vinha e como vinha. Ninguém sabia o sexo. Estava sendo muito esperada. A maternidade virou uma grande festa. Seu avô pediu a filha grávida: “traga a minha neta”. Sua mãe estava em trabalho de parto e sua avó dizia: “minha filha essa dor vai piorar”. Pois bem, o momento tão esperado chegou. A neta do Rubens veio ao mundo. Sua mãe parou de sentir dor. Seu pai entendeu no instante que a viu a responsabilidade que tinha e o quanto a vida tinha mudado. Lindas palavras disse a menina, sua filha, porém as pessoas que testemunharam esse momento se foram. Em vida sempre disseram que foram as palavras mais lindas que ouviram. Provavelmente eram para ficar apenas entre elas. Essa menina não pode lembrar do que ouviu, mas sente desde sempre o que elas significaram. Ao nascer, a sorte seguiu em sua direção e de perto dela nunca mais saiu.
Essa menina cresceu e muito. Passou por
várias coisas. Realizou outras várias. Foi muito amada e mimada.
Por todos. E até hoje gosta e se aproveita dessa situação. Tem em sua mãe uma
grande amiga. Em seu pai um grande parceiro. É muito feliz por tê-los. Eles
deram de presente para ela a oportunidade de poder ter ao seu lado uma irmã de
personalidade forte, marcante, teimosa e de um coração imenso. São grandes
companheiras. Se amam imensamente. Lindo de se ver.
Essa menina era mal humorada e
descobriu-se infeliz por isso. Mudou completamente. Sempre brinca que as
amizades que a acompanharam nessa época e que continuam com ela, sabiam do
potencial dessa garota e que um dia ele viria à tona. Confiaram nela. Foram
ouvidas e hoje essa menina acorda sorrindo. Quanta gente ela afastou nesse tempo que não volta mais. Hoje tem a capacidade de agregar. Sabe-se agora que esse mal humor era
uma defesa. Protegia sua timidez e a vergonha que tinha de tudo. Não que tenha deixado de ser tímida, mas hoje encara com bom humor. Quem a
conheceu depois disso não acredita que ela podia agir dessa forma. Passou. Ficou
lá trás.
Demorou para descobrir o amor, mas mesmo
antes disso sofreu de amor. Foi amada. Conquistou. Foi conquistada. Desprezou.
Foi desprezada. Deixou de viver paixões bacanas porque não queria se envolver.
Ah! Que bobagem. Depois disso amou. Sofreu! Fez sofrer. Chorou e nem ligou. Assim
era essa menina. Inatingível! Hum, até parece … Alguns caminhos se cruzaram e viveu
deliciosas paixões. Um dia se encantou e decidiu que era com aquele cara que queria ter
um filho. Longa jornada. Achava que o amava. Iam e voltavam. O admirava, o
achava engraçado, eram companheiros … Bonito de um tanto!!!! Mas apesar da vida
mostrar que seus caminhos eram diferentes, insistiram e casaram. E essa menina
queria um filho. E mais uma vez a vida foi generosa. Descobriu e viveu o mais
puro amor. Sua filha – seu amor, sua flor, sua menina. A menina crescida agora
tem uma menina.
Sua menina vai crescer e muita coisa vai
viver. A mãe menina torce para que sua filha menina viva um pouco de tudo. Que
tenha a sorte que sempre teve. Que ache seu lugar no mundo. Que faça o que
gosta. Que tenha amigos parecidos com os seus, pois esses alimentam a vida. E
que, sobretudo, seja feliz … muito feliz!
Hoje essa mãe, a menina grande dessa
história, é muito feliz, redescobriu sua históra, buscou suas raízes e batalha
muito para que sua vida seja marcada por momentos inesquecíveis. Essa menina
grande pode dizer, depois de bater muito a cabeça, que se sente admirada,
querida, amiga, amada. Pronta para o que a vida tem de melhor! E que a sorte continue com ela! De novo ELA.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Desenhos em Mim
A primeira que fiz foi uma rosa nas costas, próxima ao ombro direito. É sem dúvida a que tenho mais carinho, pois foi a precursora. A sexta também é uma rosa, no tornozelo esquerdo. São vários os símbolos atribuídos a rosa, mas os que mais gosto e que justificam os desenhos são que na Alquimia representa o feminino e corresponde ao órgão sexual da mulher, além de representar o amor.
Depois da rosa fiz um sol no pé e uma lua e estrela na virilha. Ambas do lado esquerdo. Sol, simples assim, luz, vida e calor. Uma definição que gosto muito para a lua e estrela é de que o arco da lua também alude a um ventre feminino, que nutre uma estrela-feto. Essa interpretação liga-se á idéia de procriação, fertilidade e amor. A estrela é, ainda, a imagem do homem, ou microcosmo, e simboliza também os cinco sentidos.
Como optei por número ímpares, a partir daí, sempre foram feitas de 2 em 2. A quarta foi um timão (de um navio pirata) no calcanhar e a quinta uma flor atrás da orelha. As 2 do lado direito. O timão me dá a direção e para mim a flor sempre está ligada a beleza e a harmonia.
Continuando a jornada, a sexta já foi descrita acima e a sétima no meu pulso esquerdo um símbolo estilizado de gêmeos, meu signo.
A oitava foi um desenho feito por mim. Desenho como uma criança. São pequenos traços. É uma menina que tem em seu cabelo 2 letras Js. Letra dos nomes da minha filha e da minha afilhada. Em sua mão um desenho de uma joaninha, aliás a única tatuagem que tem uma cor e de forma muito discreta. Todas as outras são pretas. Está foi feita na parte interna do meu tornozelo esquerdo. A nona é um escorpião ao lado do meu gêmeos. Também em homenagem a minha filha.
A décima tattoo foi feita na planta do pé direito e é a escrita do meu sobrenome em árabe, que significa tanto o dom divino de ajudar, como o ajudador de Deus e o mantra da presença divina. Forte pacas neh? Precisava representá-lo. E a décima primeira, na parte de trás do meu braço esquerdo um ouroboros, também estilizado e um pentagrama dentro de uma das circunferências. O ouroboros representa a eternidade, o recomeço (fase pela qual passava quando o tatuei), evolução sobre si mesmo. O símbolo contém as idéias de movimento, continuidade, auto fecundação e, em consequência, eterno retorno. O pentagrama representa os 5 elementos e é um símbolo feminino muito forte.
E como não para por aí, De Novo Eu com novas tattoos em breve. Farei um desenho representando o kambô, que espiritualmente me ajudou a encontrar um caminho. Leva embora a "panema", má sorte. Farei também a estrela cigana ou estrela de david. É usada como talismã de proteção contra inimigos visíveis e invisíveis. Representa sucesso e evolução interior. É tudo que de novo eu quero em grande escala ... rs
Assinar:
Postagens (Atom)